O Basenji é diferente de qualquer outro cão na Terra. Ele não ladra. Limpa-se a si próprio como um gato. Não tem aquele “cheiro a cão”, nem sequer quando está molhado. É distante com estranhos, mas profundamente ligado à sua família. Ter um Basenji é possuir um pedaço de história viva — uma raça primitiva que permaneceu virtualmente inalterada ao longo de milhares de anos.
Originário das densas selvas virgens da Bacia do Congo, o Basenji era utilizado pelas tribos locais para conduzir pequenas presas para as redes. Ele é um lebrel (sighthound), caçando usando a visão e a velocidade, mas também recorre ao seu apurado olfato e audição. É inteligente, independente e notoriamente teimoso. Não é um cão que vive para lhe agradar; vive para agradar a si mesmo. Mas se conquistar o seu respeito, terá um companheiro fascinante, divertido e ferozmente leal que é mais um parceiro do que propriamente um animal de estimação.
História e Origem: O Cão dos Faraós
O Basenji é um candidato ao título de raça de cão mais antiga do mundo.
- Provas Antigas: A sua imagem aparece em túmulos egípcios e baixos-relevos que datam de há 4000 a.C.. Estes cães, com as suas orelhas eretas e caudas enroladas, foram provavelmente trazidos do Nilo a partir da África Central como preciosas oferendas aos faraós. Eram retratados sentados debaixo das cadeiras dos seus mestres, adornados com coleiras de jóias.
- Sobrevivência no Congo: Após a queda do Império Egípcio, a raça perdeu-se para o resto do mundo, mas prosperou nas aldeias remotas da região do Congo. Aí, foram preservados pelas tribos Azande e Mangbetu, que os valorizavam como exímios cães de caça. Os cães eram muitas vezes levados em cestos para o mato para continuarem frescos durante a caçada.
- A Redescoberta: Os europeus “descobriram” a raça em 1895, apelidando-a de “Terrier do Congo”. As tentativas iniciais de os levar para Inglaterra fracassaram pois os cães morreram de esgana (eles não possuíam imunidade natural à doença). Foi apenas em 1937 que chegou a Inglaterra e à América um grupo com sucesso de criação.
- O Nome: O nome “Basenji” vem do idioma Lingala e significa “coisa do mato” ou “pequena coisa selvagem do mato”.
Características Físicas: O Cão Antílope
O Basenji é um cão pequeno, elegante e muito atlético. Desloca-se com um trote semelhante ao de um cavalo. Ele deve aparentar ser um antílope ou uma gazela em miniatura — gracioso, mas dotado de grande poderio.
- Altura: Machos 43 cm (17 polegadas); Fêmeas 40 cm (16 polegadas).
- Peso: Machos 11 kg (24 libras); Fêmeas 10 kg (22 libras).
Traços Distintivos
- A Voz: Devido à forma invulgar da sua laringe (cordas vocais), eles são fisicamente incapazes de ladrar. Em vez disso, emitem um som diferente chamado de “baroo” ou o tão afamado canto yodel das montanhas cantadas tirolesas nisto dos caninos de lá da África do sul que canta assim agudinhos os tons felinos rouquenhos deles. Este som muito gozoso é tipicamente usado e exarado as rimas da goela da voz nele quando eles ficam demasiados nos piques lá do cimo de excitação felizes aos donos com eles em amor das brincadeiras deles com cão (Se você o chateia no aborrecer o menino a chortear choramingo baixo ali nas fogueiras no calorzinho neles tristes lá de amuarem se e também darão um agudo dos uivos de apitos bem aos ares dos ouvidos da dor deles agudas lá neles em medo aos berros deles a sofrer deles das ganiçangas dos berros dos ganiços finíssimos nisto! Nãos o faça chorar deles aos meninos nisto ai deles a solidão dos de pânico ansiosos as suas donas partirem sem ele em despedida do lar nela em horas fora a solidões de uivos!).
- As Rugas: Quando em alerta e atentos neles a olhar, a sua testa deles lá engruvinhada de montes nas dobras nela toda aos cães enruga profundamente lá neles dando a ilusão engraçada ali nos canito de expressões as confusões neles da sobrancelha pensativa no rosto).
- Cauda: De inserção muito alta lá com uns caracóis enroladaça por riba toda muito da garupa nela a colar lá nelas (Enrola tipo mola aos espirais neles com muito apertos nas voltinhas dela toda!). As fofuras delas lá nelas nas duas voltas neles é o super aprecida aos criadouros no troféu do visual perfeito de enroladinhos caudais).
Temperamento e Personalidade
Frequentemente descritos como “quase gatos”, os Basenjis nisto assumem lá nas verdade eles são as do felino do mundo dos “auaus” os miados que cantam na floresta deles do congo africana.
O Pensador Independente
Eles são bastante matreiros as fuças deles todos as voltas no cão. Os obedecer comandos só porque as pessoas da donice falaram?! Esqueça lá nisso! Senta menino: O menino lhe devolve das feições no Basenji dizendo com feições pro ser as pernas grandes dele: Pra que sentar as de eu querer é correr ao vento e nada pro mim nisto do petisco agora ali do teu bolsinho pra agora pra me dar nada nãos eu não perco de tempo com ti nessas chatas rotinas). Ele escolhera no tempo das vitórias as ordens da conveniências pra dele o comer!. (Distantes de gente os desconhecimentos dos das visitas) mas aos amos o seu ser amo pra vida na adoração caninas a donice num deles ou um par neles lá escolhido a seguir de cantos dos lares. Assolam por caçadores na caça a apanhar a bicharada dos lagartos as ruas correndo como cegos! Segure com forte os Basenjis a trela na firme e não largue em furações as desvairadas dele pela rua e estrada movimentas o cãozinho do congo por lá!.
Saúdes Do Kongo na África no sangue neles ali fortes nestes dos Basenjis aos dias velhos com de anos a vivência das 12 e chegan a uns aos dezesseis nos saudáveis felizes neles. A doença muito medonha renal do fanconi neles deles testada a fundo as genéticas neles todos nos ADN deles. (No mais é um de muita baixa a exigências dos pet care a higiene a lavar da pia da sua banhoso dele banheiros nas esfregar: Lave lhe ele pouco que ele se farta das lavadela felinas próprias pela lamber a língua!). E corra corra muito.
Ame os pequenos lebres dos “baroos”.